Quimera

Ainda não consigo me desvencilhar daquela noite em que cravei minhas unhas em tua pele no auge do meu prazer em ter seu corpo colado no meu e nossas bocas prensadas como se fossem apenas uma e inseparáveis nossas mãos se entrelaçavam.
Minha pele desnuda tocava a sua com amor ao mesmo tempo que nos livrávamos de empecilhos torturantes só pela liberdade da nudez do corpo.
Eu acordei, com o belo toque de suas mãos, gaguejando breves palavras ininteligíveis, no fundo eu sei que você ouvia com atenção e deixou que eu descansasse sobre seu peito apos tantos beijos indecifráveis e quentes.
Nunca serei capaz de esquecer a sensação de seus braços em volta de minha cintura como laços que nos amarram para sempre em calor.

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Escritora e amante de fotografia, 22 anos, formada em Publicidade e Propaganda. Além de ser a louca por livros e ser fã compulsiva da série A Desconstrução de Mara Dyer e a trilogia Jogos Vorazes, também ama de paixão ser fotógrafa.

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